Comece agora mesmo a melhorar o posicionamento do seu site no Google

 

Uma pergunta muito comum para quem investiu na criação de um site e que, por vezes, gera até certa angústia e ansiedade é: como melhorar o posicionamento no Google? 90% dos consumidores pesquisam na internet antes de comprar, mas 70% deles não passam da primeira página de resultados.

Os sites que ocupam as primeiras posições ficam com 60% dos cliques. São pesquisas que mostram que melhorar o posicionamento no Google já não é mais luxo, mas obrigação das empresas.

Portanto, para começar a responder à questão proposta no título deste artigo, vamos falar de Search Engine Optimization (SEO) e entender a sua importância no posicionamento dos sites que aparecem no Google. Acompanhe!

O que é SEO?

Search Engine Optimization, conhecido como SEO, é um conjunto de estratégias e técnicas empregadas para otimizar os sites e deixá-los com a estrutura adequada para que buscadores (como o Google) considerem-nos relevantes durante a indexação e coloquem-nos em destaque quando usuários fizerem buscas relacionadas.

As estratégias de SEO devem ser consideradas desde as fases de planejamento e execução até a etapa de manutenção. Ou seja: os textos e as imagens que são inseridos na plataforma também precisam seguir estratégias de SEO para manter a coerência e a relevância.

Como ter um site mais atrativo para buscadores?

A seguir, apontamos 10 dicas que podem ajudar sua equipe na construção de um site mais atrativo para o Google e, claro, para os usuários. Confira!

1. Link Building

Link Building é um trabalho criterioso que tem por objetivo criar e conectar os links de um site para que eles façam total sentido com o conteúdo apresentado e sejam relevantes para os indexadores.

Cada link correto e bem estruturado é considerado um “voto” para o Google. Um site com muitos votos é, dessa forma, tido como relevante, coerente e ideal — e passa a ter mais chances de aparecer em posições de destaque durante uma pesquisa. Analisar os links do seu site é, portanto, o primeiro passo para adequá-lo.

2. Sinais sociais

Os sinais sociais são recomendações de usuários, que mostram ao Google que aquele link recomendado é importante, relevante e merece destaque. Um retuite, um compartilhamento no Facebook ou LinkedIn, um pin dentro do Pinterest e qualquer outra forma de divulgação de um link dentro do ambiente digital é considerado um sinal social.

Portanto, se o seu site traz, além de conteúdo relevante e bem estruturado, condições para que o link seja compartilhado com facilidade, estará mais propenso a conseguir sinais sociais e, consequentemente, maior destaque na rede.

3. Velocidade do site

O Google possui um sistema de análise de sites chamado de “rede neural”. Projetado para agir como um cérebro humano, esse mecanismo analisa o volume de informações disponibilizadas pelo endereço para simular conversões e estabelecer as probabilidades de os usuários passarem mais ou menos tempo navegando por ele.

Esse sistema mostrou que páginas que demoram mais a carregar (ou seja: que são lentas) aumentam consideravelmente a probabilidade de desistência dos usuários que a acessam a partir de dispositivos móveis.

Portanto, é fundamental verificar se o seu site é rápido o suficiente. Caso não seja, os ajustes devem ser providenciados. O teste meu site, por exemplo, é uma ferramenta disponibilizada pelo próprio Google e ajuda a identificar os principais problemas relacionados à velocidade da sua página.

4. Análise das métricas

Uma análise consistente das métricas fornecidas pelo site também é fator importante para quem deseja ganhar destaque no Google. Sistemas como o Google Analytics informam detalhes preciosos, como;

  • páginas mais visitadas;
  • origem das visitas;
  • tempo médio gasto nas navegações;
  • visitas únicas e visualizações de página;
  • taxa de rejeição e uma série de KPIs que traduzem aos profissionais quais são os pontos que precisam de melhorias.

Essa análise precisa ser feita constantemente para que as melhorias sejam contínuas, atendendo às necessidades dos algoritmos do Google e, principalmente, aos usuários que procuram por suas informações.

5. Palavras-chave

Na estrutura do site e nos textos inseridos, é preciso listar as principais palavras para o seu negócio. Dê preferência não às mais buscadas, mas às mais específicas.

Um morador de São Paulo que queira comprar itens naturais não vai procurar apenas pelo termo amplo “produtos naturais”. Ele vai, provavelmente, buscar por “lojas de produtos naturais em São Paulo” ou algo semelhante. Outra vantagem das palavras mais específicas é que a concorrência por elas é menor e o público atraído é mais qualificado.

6. Código-fonte

Você já viu o código-fonte de uma página? Se ainda não teve essa oportunidade, basta clicar com o botão direito do mouse na tela e escolher a opção “Exibir código fonte da página”. Caso não tenha conhecimento de programação, você se deparará com uma sopa de letrinhas.

Entre tantas informações, o Google precisa achar “pistas” sobre o conteúdo do site. Para isso, ele avalia pontos específicos do código: as tags (ou “etiquetas”). E algumas delas se destacam. Veja a seguir:

  • title: a tag title é o título da página, que aparece na parte superior do navegador. Geralmente, consta na title o nome do site e, às vezes, algumas palavras-chave;
  • description: a tag description traz uma descrição breve do conteúdo. É importante usar as palavras-chave principais. A descrição aparece abaixo do link do seu site nos resultados de busca;
  • keywords: as keywords são, literalmente, as palavras-chave do negócio. Use apenas as principais;
  • header: as tags h1, h2, h3 (e assim por diante) são os títulos que você vê na página. É importante ter as palavras-chave aqui também;
  • alt: o Google não é capaz (ainda) de ler imagens. Por isso, a tag alt é importante, já que descreve o que aparece nas imagens do seu site. Se você usa WordPress, basta preencher os campos de descrição da imagem para garantir que ela seja encontrada.

Na programação, também são essenciais cuidados com o robot.txt, que mostra ao Google como indexar o endereço, e o XML Sitemap, que lista as páginas do seu site. Nessa parte técnica, é altamente aconselhável procurar profissionais qualificados para otimizar o seu site, de preferência desde sua construção.

7. Conteúdo de qualidade

Produzir conteúdo de qualidade ainda é a forma mais eficaz de conseguir um bom posicionamento. Lembre-se: o Google trabalha para oferecer os resultados mais relevantes para seus usuários, de acordo com a busca de cada um. Logo, a melhor forma de aparecer em primeiro, claro, é ser relevante.

A boa notícia é que você sempre será um especialista em sua área de atuação. Aproveite! Sua empresa, além de estar por dentro das novidades do mercado, certamente conta com profissionais qualificados, que podem enriquecer o conteúdo de seu site, do blog e de suas redes sociais, entre outros. Produza sempre conteúdo original e de credibilidade.

Existem, ainda, algumas boas práticas que ajudam bastante no posicionamento. Confira:

  • títulos: trata-se da tag mais importante. Faça um título atraente e com as palavras-chave principais;
  • subtítulos: nos subtítulos, use palavras-chave principais e secundárias sempre que possível;
  • corpo do texto: colocar as palavras-chave no início e no fim do texto ajuda, mas lembre-se de que o conteúdo deve ficar natural. Jamais “force” palavras-chave nele;
  • descrição de imagens: como dissemos anteriormente, o Google não lê fotos e vídeos. Por isso, sempre preencha as descrições;
  • links: use links para conteúdo relevante externo, quando for preciso, e para outras páginas da empresa;
  • conteúdo duplicado: o Google penaliza textos idênticos ou muito parecidos. Por isso, é preciso tomar cuidado com o uso das tags canônicas (ou canonical tag), que indicam quais páginas devem ser indexadas ou não, por possuírem esse tipo de conteúdo.

8. Network na web

Um dos parâmetros usados pelo Google para avaliar a qualidade do site são os links. Quanto mais endereços com boa reputação apontarem para o seu, melhor. Também é importante ter bons links em sua página, o que indica mais conteúdo e qualidade. Trata-se dos chamados links internos e externos.

Esse relacionamento com outros sites pode ser construído de várias formas. Quanto às ligações internas, procure enriquecer seu conteúdo com links para fontes confiáveis, em que seus leitores possam encontrar mais informações. Use-os também para outras postagens de seu blog, site e suas redes sociais, para manter os usuários em seus canais.

Já os links externos precisam de um pouco mais de atenção. Além de usar seus próprios canais para conseguir linkar para seu site, procure por páginas que possam ser suas parceiras. Você pode, por exemplo, fazer postagens colaborativas em um jornal da sua região ou em um blog com boa reputação.

9. Tendências

Ao consultar o Google Trends, é possível encontrar uma lista de assuntos que estão bombando no momento. O Facebook e o Twitter, entre outros, também oferecem uma boa noção dos temas em alta.

Fique sempre atento a essas temáticas e àquilo que pode ser aproveitado por sua empresa. Imagine, por exemplo, que você possui uma clínica de estética e uma notícia sobre um procedimento malsucedido começa a bombar. Aproveite o fluxo para fazer postagens sobre o procedimento, seus riscos e as formas de evitá-los.

Também é importante ter um calendário de eventos e campanhas que sua marca pretende fazer ao longo do ano. Procure aproveitar datas ou períodos que já sejam conhecidos, como:

  • Dia dos Pais;
  • Dia das Mães;
  • Natal;
  • réveillon;
  • férias;
  • inverno;
  • verão.

Produza conteúdo sobre esses assuntos, sempre relacionando-os ao seu negócio. Uma loja de sapatos, por exemplo, pode dar dicas de moda para o verão que se aproxima. Isso é importante porque, nessas épocas, algumas buscas costumam ter um crescimento significativo — e sua empresa pode pegar carona.

10. Usabilidade

O Google tem valorizado cada vez mais a experiência do usuário na web. Sites com conteúdo de qualidade, fáceis de navegar e com uma parte técnica impecável tendem a aparecer antes nas buscas. E, aqui, é preciso ter atenção quanto aos detalhes.

Em 2011, o Google lançou o Panda — código que servia como filtro e foi incorporado ao algoritmo do gigante das buscas neste ano. Além de valorizar sites com boa qualidade, baseado nas dicas anteriores, o Panda penaliza aqueles que possuem pop-ups, por exemplo, que interrompem a navegação e costumam frustrar usuários.

O Panda também pune comentários spam e até excesso de anúncios. Por isso, é importantíssimo cuidar da arquitetura do site e de sua usabilidade. É possível avaliar o seu endereço eletrônico em ferramentas como o Website Grader e WooRank.

Como você pode perceber, o Google é cuidadoso no ranqueamento dos melhores resultados: ele busca por sites que, de fato, tenham qualidade. Os usuários sabem disso e confiam nas primeiras colocações. Estar entre os primeiros é, também, estar entre os melhores.

Contrate colaboradores interdisciplinares que saibam de todas essas recomendações e as executem de modo profissional e cuidadoso. Agências de marketing digital são as mais indicadas, pois possuem equipes completas. Elas podem oferecer, portanto, um trabalho mais focado, que ajudará o site da sua empresa a ficar bem posicionado na rede.

Pronto para fazer sua empresa melhorar o posicionamento no Google? Deixe um comentário e compartilhe suas experiências com a gente!

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